A “pseudodemocracia” pela qual Dilma e seus apaniguados lutaram se mostra clara

StalinFicou bastante evidente a óbvia intenção da luta de Dilma e de boa parte de seus aliados ao tempo do regime militar. Pegaram em armas para implementar a ditadura da esquerda. Ditadura sangrenta e ideológica que tem em Stalin e na família Castro seus paradigmas. Fernando Gabeira e Eduardo Jorge já tiveram oportunidade de esclarecer que a luta da esquerda armada durante a ditadura militar não era em favor da democracia, mas sim de uma ditadura socialista/comunista.

Tudo que temos acompanhado de parte do governo Dilma apenas atesta essa intenção. Os gritos de “Não vai ter golpe!” e “Não passarão!” comprovam essa realidade. A aversão ao regime democrático se dá através de claras ofensas às instituições que garantem a viabilidade da democracia. A verdadeira causa de Dilma e de seus aliados é o “partido oficial”. Quando publiquei textos sobre os perigos pelos quais passava a democracia brasileira, jamais pensei que a ânsia pelo poder e pelo autoritarismo chegaria ao ponto que ora vislumbramos.

O regime das estruturas de Marx está absolutamente aplicado e desvirtuado pelo governo federal e por boa parte de seus aliados. Não há amor pela democracia. O que os move é a ganância pelo poder. Se for necessário, aniquilarão opositores. Surgem indícios de que aniquilaram até mesmo correligionários que ousaram discordar da “ideologia oficial”. Eis a “democracia de ocasião”.

Corroeram as instituições e cooptam a tudo e a todos. Seus braços no Direito são os juristas que teriam prazerosamente servido a Stalin ou a Hitler. Senhores de uma certeza que contraria a natureza dúbia das relações sociais. Capitães das massas, preferem calar a debater. Falam em tolerância pregando posturas intolerantes. São incoerentes por natureza!

Seres desprovidos de “freios morais”, ignoram valores básicos. Abominam a família, pois jamais souberam o valor que ela tem à formação dos cidadãos. Todavia, a Constituição Federal garante especial proteção a essa importante instituição. São pessoas que agem por uma causa que se coloca longe de qualquer avaliação ética. São capazes, como bem disseram, de “fazer o diabo” para se manterem no poder. Têm a carga genética de tudo que existiu de pior na História da humanidade. Valem-se da miséria. Nutrem-se da pobreza. São demagogos que propugnam – no discurso, na retórica – o combate à pobreza, mas que são incapazes de construir algo a partir de uma sociedade igualitária.

Em suma, deturpam o sentido de princípios elementares como os da dignidade e da igualdade. Estão dispostos a tudo! Odeiam a divergência e fortalecem a opressão! Ignoram a pluralidade, a fim de afirmarem os ideais político-partidários. São párias da democracia! Pessoas que se valeram dos princípios democráticos para a construção de um Estado totalitário. Eis a nua e crua realidade do governo atual!

Luiz Fernando de Camargo Prudente do Amaral, Advogado, Professor da Faculdade de Direito da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), da Faculdade de Direito da Universidade Paulista e de programas de pós-graduação em instituições de  ensino superior, Doutor e Mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Especialista em Direito Público pela Escola Paulista da Magistratura, Especialista em Direito Penal Econômico e Europeu pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra-Portugal, Presidente da Comissão de Direito Econômico da 93ª Subseção da OAB/SP – Pinheiros, mantenedor do site http://www.cidadaniadireitoejustica.wordpress.com.

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